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Textos, Vídeos, Artigos, Notícias e Exemplos Sobre Sustentabilidade nas Empresas

 

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Reportagem Sobre Carona Solidária

Vejam abaixo reportagem em vídeo do programa Cidades e Soluções da Globonews, sobre o uso da carona solidária. Obviamente, no Brasil a questão da violência é um complicador para o uso dessa alternativa.

 

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Energia Limpa nas Montadoras

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Vejam abaixo reportagem da revista Quatro Rodas sobre o uso de energia limpa em montadoras.

Ainda não chegou o dia de vermos uma Ferrari movida a eletricidade. Porém, já é possível notar o empenho da marca para economizar esse tipo de energia na fábrica de Maranello. Seu recém-instalado sistema de painéis fotovoltaicos (1075 módulos da Mitsubishi Electric) vai reduzir o consumo em 213 985 kWh ao ano. Ainda em 2009, a Ferrari produzirá por conta própria quase toda a eletricidade necessária na fábrica, reduzindo as emissões de CO2 entre 25% e 30%.

A iniciativa do uso de energia solar é semelhante às já anunciadas para as fábricas da Opel, Nissan e Seat, todas na Espanha. Em sua fábrica americana de Spartanburg, a BMW deu início a um estudo sobre a viabilidade de usar energia eólica. Para isso, já instalou duas torres móveis de 15 metros que avaliam a força dos ventos na região. Hoje, 63% da energia da fábrica vem do gás metano reciclado do aterro local e, desde 2003, economiza de mais de 1 milhão de dólares ao ano. Na Land Rover, a energia eólica usada na produção anual de 100 000 motores reduz em 3 000 toneladas as emissões de CO2.

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A Moto Movida à Energia Solar

O norte-americano Richard Gryzch criou uma motocicleta movida exclusivamente a energia solar, a Solar Flyer. Com carga completa na bateria a moto pode percorrer 80 km. A velocidade máxima é de 145 km/h.  Vejam foto e filme abaixo.`

A cada dia fica mais claro que as montadoras não oferecem veículos mais ecológicos porque não querem.  Se até pessoas sem capacidade financeira, com pouco suporte técnico, criam soluções viáveis.

 

moto_solar

 

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Opinião Importante

Vale a pena ler o artigo de George Monbiot, do jornal The Guardian, sobre as consequências do Aquecimento Global e o relatório da ONU mencionado no post anterior. Link abaixo:

http://tinyurl.com/nf3d2s

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Consequências do Aquecimento Global

Qual o real impacto do Aquecimento Global sobre as pessoas? A ONU divulgou hoje o mais completo estudo já feito sobre o tema. E as conclusões são alarmantes.

Segundo o relatório, 300 mil pessoas morrem anualmente em decorrência da mudança de clima, vitimadas por uma longa lista de catástrofes que vão de inundações à destruição de colheitas. Em 2030, mantidos os padrões atuais, as mortes chegarão a meio milhão por ano. As perdas econômicas batem em US$ 125 bilhões anualmente. Calcula-se que 325 milhões de pessoas sejam “sériamente afetadas” pelo aquecimento global. Quatro bilhões de pessoas estão “vulneráveis”, afirma ainda o relatório, e 500 milhões enfrentam “extremo risco”.

Estes dados podem ser “conservadores”, diz o estudo. Apenas desastres ligados ao clima causaram prejuízos de US$ 230 bilhões nos últimos cinco anos.

Vejam abaixo o vídeo da ONU sobre o estudo.

 

 

O relatório completo pode ser copiado em nosso Grupo ECOINOVAÇÃO (link abaixo):

http://groups.google.com.br/group/ecoinovacao/files?hl=pt-BR

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Vídeo Extraordinário Sobre Aquecimento Global

Vejam abaixo um vídeo incrível sobre o Aquecimento Global. O que está faltando para que a humanidade lute pra valer contra o Aquecimento Global?

 

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Divulguem Este Vídeo

Temos que lutar muito para vencer a crença das pessoas de que o Aquecimento Global não produzirá consequências a curto prazo. Isso faz com que a maioria não perceba a gravidade do problema. Mas mesmo que as consequências mais severas ocorram a médio e longo prazos, que futuro queremos deixar para nossos filhos?

Vejam e divulguem o ótimo vídeo criado pela ONG Environmental Defense.

 

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O Limite da Concentração de Carbono na Atmosfera

Gostaria de divulgar aqui uma entrevista do jornal Folha de São Paulo com o escritor Bill Mckibben, que luta para que a sociedade saiba do perigo da concentração de CO2 na atmosfera ficar acima de 350 ppm.

Acompanhem o site www.350.org

 

A SENHA É 350

O número 350 é o mais importante do planeta”, diz o escritor e ambientalista americano Bill McKibben, 48. Essa cifra, diz, significa “segurança climática”. Neste caso, ele se refere ao limite de concentração de carbono na atmosfera que o mundo deve adotar para evitar uma catástrofe ambiental, medido em partes por milhão.

McKibben lidera um grupo que pretende disseminar o “350″ pelo mundo como palavra de ordem. O nível atual de concentração já é maior do que isso: 381 ppm. No período pré-industrial era de 278 ppm. No mês passado, militantes da campanha que adota o lema estiveram em Bonn (Alemanha) para protestar durante a reunião em que os países começaram a negociar suas metas de redução de gases-estufa. O acordo será fechado em dezembro, em Copenhague.
Em entrevista à Folha, McKibben diz que sua intenção é ajudar o presidente dos EUA, Barack Obama, a enfrentar aqueles que se opõem à intenção de reduzir as emissões de gases-estufa em seu país.

FOLHA – As pessoas comuns já sabem o que “350″ significa?
BILL MCKIBBEN
- Não, ainda não. Elas precisam entender que é uma forma abreviada de dizer “segurança climática”.

FOLHA – De onde o grupo tirou essa informação?
MCKIBBEN
- De um estudo de James Hansen, da Nasa, e sua equipe. Quando o gelo do Ártico derreteu tão rápido no verão de 2007, cientistas constataram que qualquer quantidade de carbono na atmosfera que exceda 350 partes por milhão é demais. E isso é uma má notícia, porque agora já estamos em 387 partes por milhão e em crescimento constante. O mundo é como um paciente que vai ao médico e ouve: “Sua pressão está muito alta”. Sem reduzi-la, pode ocorrer acidente vascular cerebral. E o planeta já começou a ter AVCs -é por isso que o Ártico está derretendo, que grandes secas já atingiram muitas partes do mundo, que os mosquitos da dengue têm se alastrado tão rápido.

FOLHA – E como vão disseminar o número para o mundo?
MCKIBBEN
- Além do site, no dia 24 de outubro, que é o Dia Internacional da Ação Climática, faremos milhares de protestos criativos para comunicar esse número [até agora existem 573 ações inscritas, em 50 países]. Teremos alpinistas no alto do Himalaia, 350 mergulhadores na Grande Barreira de Corais [Austrália], manifestações na ilha de Páscoa. E que tal ter 350 cariocas de biquíni darem o recado na praia de Ipanema? Ou 350 ciclistas nas maravilhosas ciclovias de Curitiba?

FOLHA – Seu livro “Hope, Human and Wild” (Esperança, Humana e Selvagem) fala sobre Curitiba. Qual é a sua opinião sobre a cidade?
MCKIBBEN
- Foi um prazer mostrar Curitiba para o resto do mundo. O que mais gosto de lá é que é um lugar que conseguiu ser profundamente ambiental sem ter isso como objetivo. A meta parecia ser fazer a cidade funcionar, mas foi útil para o ambiente. Um bom sistema de ônibus faz com que as pessoas se movam melhor sem carros. Mas, como é realmente bom, até as pessoas que podem comprar um veículo começam a usar o transporte público porque é fácil e prazeroso.

FOLHA – O Brasil pretende dobrar o número de termelétricas em dez anos. O que acha da ideia?
MCKIBBEN
- Como planeta, nós temos de nos livrar dos combustíveis fósseis o mais rápido possível. Parte disso significa não construir mais usinas movidas a combustíveis fósseis. Nos EUA, temos tido sucesso em impedir novas usinas a carvão. Não é justo para o Brasil, China e Índia deixar de fazer o que as nações ricas fizeram. Mas a física e a química do aquecimento global mostram que não temos outra escolha. A única cura para essa injustiça é ter certeza de que as nações ricas irão fornecer alguns subsídios que permitam aos países em desenvolvimento evitar os combustíveis fósseis e encontrar outras fontes de energia.

FOLHA – Qual é a sua contribuição pessoal contra o aquecimento?
MCKIBBEN
- Tenho painéis solares no telhado, para energia e água quente. Dirijo o primeiro carro híbrido da Honda no meu Estado [Vermont, EUA]. Procuro comer alimentos locais. Mas a verdade é que estarei no avião boa parte do ano, tentando coordenar essa grande campanha global para combater a mudança climática. Por isso, minha pegada de carbono neste ano será muito muito grande.

FOLHA – O sr. acha que Obama terá sucesso em tornar os EUA engajados na questão do clima?
MCKIBBEN
- Obama claramente quer fazer algo. A luta será no Congresso, onde os interesses da indústria de energia são muito fortes. É seguro afirmar que a Câmara dos Representantes e o Senado não farão o suficiente. Mas temos que fazer algo digno de crédito, para pelo menos iniciar o processo.

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Vídeo sobre Mudanças Climáticas

Vejam abaixo vídeo criado pela Agência Ponto de Criação sobre as Mudanças Climáticas. Vi no Blog do Planeta da Revista Época.

 

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O Jogo War do Greenpeace

Uma ótima idéia do Greenpeace. Veja abaixo a reportagem do site Planeta Sustentável.

O WAR DO GREENPEACE

O bom e velho jogo de tabuleiro conhecido pela disputa por territórios e ataque aos outros países com exércitos por terra, água ou ar (no caso do War 2) ganhou uma versão ambientalista – e pacífica!

Trata-se do WeAtheR (em alusão às mudanças climáticas), do Greenpeace, que além de ter personagens bem mais simpáticos do que as tradicionais pecinhas achatadas, contém um mapa-múndi formado por imagens de animais.

Os ativistas do jogo têm por objetivo resolver as crises ambientais do mundo em, no máximo, 16 rodadas. Mas, em vez de competir para ver quem salva o planeta primeiro, os jogadores devem se unir e trabalhar de maneira colaborativa.

Juntos, os participantes (dois ou quatro) escolhem um território de base para começarem a atuar e têm dois minutos para discutir as primeiras táticas. O jogo começa com seis crises ambientais crônicas – isso sem falar nas crises pontuais que também aparecem durante as rodadas. Cartas de ação a cada nova jogada dão aos integrantes os recursos necessários para cumprir sua missão.

E já que, no final, ou todo mundo ganha, ou todos perdem a partida, divertido mesmo é criar estratégias e curtir o processo de melhorar o planeta – nem que seja virtualmente…

O jogo tem versão online e em tabuleiro.

A versão online está em www.greenpeaceweather.com.br/

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