Montamos uma BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE com muito material disponível gratuitamente para os profissionais de meio ambiente. Divulguem:
CURSO: SUSTENTABILIDADE E MARKETING AMBIENTAL EM CURITIBA
Realizaremos em Curitiba nos dias 18 e 19/11/2009 um curso sobre SUSTENTABILIDADE, GESTÃO AMBIENTAL AVANÇADA E MARKETING AMBIENTAL (detalhes no link abaixo):
http://www.silvaporto.com.br/blog/?p=541
Inscrições e informações: treinamento@silvaporto.com.br
O Blog Sustentabilidade na Prática em Novo Endereço
Acompanhem nosso blog no novo endereço:
Quem Cuida do Meio Ambiente nas Empresas
Vejam em nosso blog o texto QUEM CUIDA DO MEIO AMBIENTE NAS EMPRESAS:
Material Novo na Biblioteca Online de Sustentabilidade
Disponibilizamos material novo para consulta e cópia em nossa biblioteca online de sustentabilidade:
Como Uma Empresa Obtém Um Alto Desempenho Ambiental
Com o desenvolvimento das ferramentas de gestão ambiental e o aumento de profissionais de meio ambiente em seus quadros, as empresas têm elevado seu desempenho ambiental de forma significativa, porém ainda longe do nível que o Planeta precisa.
Conseguir um alto desempenho ambiental, que permita à empresa não interferir negativamente nos sistemas naturais, exige um processo penoso, contínuo e lento. Muitos profissionais me perguntam o que é preciso para que uma empresa atinja esse nível de excelência.
Pela nossa experiência, podemos relacionar quatro elementos fundamentais:
1 – VONTADE
Obviamente, sem vontade de elevar o resultado ambiental da empresa nada será conseguido. É fundamental que a alta administração da empresa demonstre essa vontade, porém é aqui que nos enganamos constantemente. Não só a alta administração, mas todas as pessoas da empresa precisam ter vontade em fazer a coisa certa.
Cabe à Direção da empresa criar mecanismos para motivar a todos e manter essa vontade latente.
2 – MÉTODO
De nada adianta ter vontade, se a empresa não dispõe de um método para implantar uma gestão ambiental avançada. Por mais que a empresa tenha profissionais capacitados, a gestão ambiental pelo bom senso não é suficiente para o desafio a enfrentar.
Com a experiência destes anos todos de trabalho desenvolvemos uma metodologia chamada Gestão Ambiental de Alto Desempenho (GAAD), para aquelas empresas que desejam trazer a sustentabilidade para dentro de seus Sistemas de Gestão Ambiental.
Recentemente, criamos o Método Repensar, como uma maneira de aplicar o conceito de sustentabilidade na prática das empresas. Quem desejar conhecer esse Método acesse:
www.silvaporto.com.br/sustentabilidade.php
3 – CAPACITAÇÃO
De nada adianta ter vontade e método, se não há pessoas capacitadas. E aqui está o grande erro das empresas. Os administradores ainda não perceberam que são as pessoas de todos os setores, e não somente do setor de meio ambiente, que fazem o desempenho ambiental da empresa.
Josep Guardiola, técnico do time do Barcelona, foi perguntado após a conquista da Liga dos Campeões da Europa em maio último se o título era uma vitória de seu método. Ele disse: “Eu não tenho método, tenho os melhores jogadores”. A empresa também precisa ter os melhores jogadores.
Contudo, essa capacitação das pessoas deve focar os conceitos e a prática da sustentabilidade, e não ferramentas de gestão e sistemas de controle.
A Silva Porto Consultoria desenvolveu cursos de capacitação para uma gestão ambiental avançada. Se desejarem mais informações, acessem www.silvaporto.com.br/treinamento.php
4 – AÇÃO
Finalmente, a empresa não chegará a lugar algum se não tiver uma ação concreta para usar a vontade de seu pessoal, para colocar em prática seu método e para aproveitar o potencial humano que a compõe.
A Incrível Invenção de um Britânico
Vejam em nosso novo blog que um britânico inventou um equipamento revolucionário para geração de energia limpa.
Blog em Novo Endereço
Este blog está de endereço novo. No novo blog teremos mais facilidade para disponibilizar material de interesse dos leitores.
Acompanhem:
Uma Aula de Sustentabilidade
Vejam que exemplo. Uma verdadeira aula de sustentabilidade.
Marina Silva Arrebentou
Em sua coluna no jornal Folha de São Paulo, Marina Silva foi ao cerne do problema ambiental no Brasil. Não há visão estratégica do Governo Federal e da sociedade sobre a questão ambiental. Só discurso e nada de políticas consistentes. E o Brasil perde mais uma vez o bonde da história. Poderia liderar a economia mundial do Século 21. Não há país com potencial ambiental semelhante.
Vejam o artigo de Marina:
ELES NÃO FALARAM
Foram duas horas, na casa de meu avô, no antigo seringal Bagaço, no Acre. Meu pai não tirava o ouvido do rádio, segurando o botão para manter a frequência e melhorar o chiado, a outra mão agarrada à tábua que era o suporte do aparelho. Equilibrava-se ora num pé, ora noutro, sem arredar um minuto. Ele acompanhava a transmissão da posse do general Garrastazu Médici na Presidência da República, em outubro de 1969.
A criançada ao lado, em silêncio, sabia só que estava acontecendo alguma coisa muito importante. Quando terminou, meu pai desligou o rádio, soltou os braços ao longo do corpo e olhou para minha mãe: “Ele não falou nada do aumento do preço da borracha”. Na semana passada, me vi tendo a mesma reação de desânimo de meu pai. Li atentamente as entrevistas do presidente Lula e do ex-presidente Fernando Henrique à revista “Época” sobre as perspectivas do Brasil para 2020. E eles não falaram nada do meio ambiente.
Para não dizer que não tocaram no assunto, um o abordou ainda como problema, e o outro como exemplo de um tema novo da globalização. Mesmo assim, “en passant”. Claro, trataram de temas importantes, demonstraram ser duas das mais importantes lideranças brasileiras, mas ambos estão na agenda do século 20, não tangenciaram a mudança de perspectiva que é a marca do século 21.
Os dois presidentes já tomaram iniciativas importantes na área ambiental, ambos têm discursos bem formulados a esse respeito, mas no improviso, parece que a coisa não vem de dentro. Parece não estar no cerne de sua concepção de futuro.
Não reconhecem no Brasil, mais do que em qualquer outro país, o território propício ao surgimento de um modelo de desenvolvimento capaz de fazer a fusão concreta da justiça social sempre procurada, da dinâmica econômica e da dinâmica ambiental. No momento da decepção de meu pai, a empresa extrativista na Amazônia entrava em total decadência.
As fazendas começavam a ocupar espaço, a campanha “integrar para não entregar” entrava no ar, fazia-se propaganda para a compra de terras na região. Um mundo entrava em colapso, e quem havia passado a vida dentro da mata se sentia perdido.
Hoje, em âmbito incrivelmente maior, estamos num sistema em decadência e, novamente, não se tem uma visão estratégica de futuro, com sustentabilidade. O modo dominante de pensar está ancorado em questões compartimentadas. Há uma enorme dificuldade em reconhecer no ambiente natural o eixo integrador, a fonte dos limites, das oportunidades e do rumo que deve tomar a mudança estrutural que é a tarefa civilizatória do nosso século.
A Farsa da Cidade Ecológica
Fred Pearce, responsável pela coluna Greenwash do jornal The Guardian, escreve sobre a cidade ecológica de Dongtan, na China. O que foi dito que seria a primeira cidade ecológica do Planeta, não é nada disso, infelizmente. Vejam o texto abaixo.
Three years ago, I crossed the world to see it: the site for the world’s first eco-city. Shanghai, one of the fastest growing megacities on the planet, was setting aside a giant island in the Yangtze river to create an eco-city for half a million people.
British eco-engineers and green-minded architects and town planners were designing the renewably powered, car-free, water-recycling city of Dongtan as a model for the world. And its first 25,000 citizens would be living the good life there in time for the Shanghai World Expo in 2010, at which it would be by far the largest exhibit, reached by a new tunnel and bridge.
Well, it is now exactly a year until the start of the Expo. The tunnel and bridge are about to open. But of the eco-city there is nothing except half a dozen wind turbines and an organic farm. No houses, no water taxis, no sewage-recycling plant, no energy park. Nothing. And all mentioned of it has disappeared from the Expo website (slogan: “Better city; better life”).
This week, Peter Head, the man behind the project at the London-based consulting engineers Arup, who drew up the master plan, told me his clients at the city’s Shanghai Industrial Investment Company had “gone quiet. We just don’t know if anything will happen or when. The project office is shut.”
There is a persistent rumour that the project has been a casualty of the political fallout from the conviction of the city boss Chen Liangyu, jailed last year for corruption. Not so, says Head. The problems are more fundamental.
“China does everything by the rules handed down from the top. There is a rule for everything. The width of roads, everything. That is how they have developed so fast, by being totally prescriptive. We wanted to change the rules in Dongtan, to do everything different. But when it comes to it, China cannot deliver that.”
It’s a bit like greening the planet. Lots of grand promises, but in the end the old entrenched ways mean little happens. Greenwash, in other words.
Shanghai milked the media well during the heyday of the planning. Searching for Dongtan on Google, there are around 177,000 hits. Almost all of them are built on a fiction: that the city fathers in Shanghai actually intended to do things differently on Chongming Island. That they really saw Arup’s expensively produced Dongtan masterplan as a blueprint for a more sustainable future. They didn’t. Not when it came to it.
Tony Blair signed the deal to design and build Dongtan with Chinese president Hu Jin-tao. His deputy, John Prescott, went there twice. So did Britain’s top urban planner, Peter Hall, and the London mayor Ken Livingstone, who wanted ideas for greening his urban landscape.
British academics carried out energy audits aimed at giving Dongtan’s future citizens an ecological footprint a quarter that of other Shanghai citizens.
But they and Arup were hoodwinked as much as anyone. People like Head, whose commitment to the project was total, could have been planning other things that might have got off the drawing board. Their time was wasted.
The SIIC director, Ma Cheng Liang, the man in charge of the project, told me in early 2006: “We need to reduce our ecological footprint. Dongtan is very significant for Shanghai and the nation.” He explained how, the Dongtan blueprint would prevent urban sprawling taking over the 100-kilometre long Chongming Island after the bridge was finished. “We want to skip traditional industrialisation in favour of ecological modernism. Dongtan is a chance to develop new ways of living.”
Did he ever mean it? I don’t know. Is it all over? Probably. With the new bridge providing easy access to Shanghai’s Pudong business district, the island’s western end, where Dongtan was planned, will soon be taken over by high-rise, high-footprint apartments. The first are already under construction.
We all wasted our time; burned carbon flying to Shanghai to relay a false prospectus to the world. If I sound bitter, I am. This time, I was a personal victim of greenwash.
Reportagem Sobre Carona Solidária
Vejam abaixo reportagem em vídeo do programa Cidades e Soluções da Globonews, sobre o uso da carona solidária. Obviamente, no Brasil a questão da violência é um complicador para o uso dessa alternativa.
O Que é Sustentabilidade
Vejam abaixo artigo sobre o que é sustentabilidade, de autoria do Prof. Luiz Carlos Cabrera, da Eaesp-FGV, publicado no site Planeta Sustentável.
Sustentabilidade é a palavra que mais se ouve e se lê por aí — na administração, na economia, na engenharia ou no Direito. Mas, afinal, o que significa sustentabilidade? Como bom mentor, vou tentar explicar de forma simples o conceito que já faz parte da vida moderna. Em primeiro lugar, trata-se de um conceito sistêmico, ou seja, ele correlaciona e integra de forma organizada os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. A palavra-chave é continuidade — como essas vertentes podem se manter em equilíbrio ao longo do tempo.
Quem primeiro usou o termo foi a norueguesa Gro Brundtland, ex-primeira ministra de seu país. Em 1987, como presidente de uma comissão da Organização das Nações Unidas, Gro publicou um livreto chamado Our Common Future, que relacionava meio ambiente com progresso. Nele, escreveu-se pela primeira vez o conceito: “Desenvolvimento sustentável significa suprir as necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades”. Note que interessante: a proposta não era só salvar a Terra cuidando da ecologia, mas suprir todas as necessidades de gerações sem esgotar o planeta. “Nem de longe se está pedindo a interrupção do crescimento econômico”, frisou Gro. “O que se reconhece é que os problemas de pobreza e subdesenvolvimento só poderão ser resolvidos se tivermos uma nova era de crescimento sustentável, na qual os países do sul global desempenhem um papel significativo e sejam recompensados por isso com os benefícios equivalentes.”
Parece que Gro Brundtland adivinhava a crise recente das economias do norte e já salientava o papel dos países emergentes, como Brasil, China e Índia. Para você, vale lembrar que a sustentabilidade se aplica a qualquer empreendimento humano, de um país a uma família. Toda atividade que envolve e aglutina pessoas tem uma regra clara: para ser sustentável, precisa ser economicamente viável, socialmente justa, culturalmente aceita e ecologicamente correta. O desafio é enorme, envolve várias gerações e, por isso, você precisa estar ligado no tema.
Energia Limpa nas Montadoras

Vejam abaixo reportagem da revista Quatro Rodas sobre o uso de energia limpa em montadoras.
Ainda não chegou o dia de vermos uma Ferrari movida a eletricidade. Porém, já é possível notar o empenho da marca para economizar esse tipo de energia na fábrica de Maranello. Seu recém-instalado sistema de painéis fotovoltaicos (1075 módulos da Mitsubishi Electric) vai reduzir o consumo em 213 985 kWh ao ano. Ainda em 2009, a Ferrari produzirá por conta própria quase toda a eletricidade necessária na fábrica, reduzindo as emissões de CO2 entre 25% e 30%.
A iniciativa do uso de energia solar é semelhante às já anunciadas para as fábricas da Opel, Nissan e Seat, todas na Espanha. Em sua fábrica americana de Spartanburg, a BMW deu início a um estudo sobre a viabilidade de usar energia eólica. Para isso, já instalou duas torres móveis de 15 metros que avaliam a força dos ventos na região. Hoje, 63% da energia da fábrica vem do gás metano reciclado do aterro local e, desde 2003, economiza de mais de 1 milhão de dólares ao ano. Na Land Rover, a energia eólica usada na produção anual de 100 000 motores reduz em 3 000 toneladas as emissões de CO2.
Biblioteca de Meio Ambiente Disponível na Internet
Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Silva Porto Consultoria Ambiental está inaugurando seu novo site.
Em www.silvaporto.com.br estão informações sobre nossa área de atuação, treinamentos oferecidos e alguns casos de sucesso de nosso trabalho.
O Projeto SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA, que lançamos no mês de maio e estamos divulgando para as empresas interessadas em elevar seu desempenho ambiental, está em www.silvaporto.com.br/sustentabilidade.php
Porém, o mais importante é a BIBLIOTECA DE MEIO AMBIENTE que preparamos para os profissionais interessados em Gestão Ambiental. É a mais completa biblioteca de meio ambiente online do país, reunindo manuais, relatórios e trabalhos técnicos disponíveis na internet nos seguintes temas:
Amazônia
Aquecimento Global
Automóveis e Meio Ambiente
Coletâneas de Legislação Ambiental
Construções Sustentáveis
Consumidor e Meio Ambiente
Energia Limpa e Eficiência Energética
Gestão Ambiental Avançada
Gestão de Águas
Gestão de Resíduos Sólidos
Poluição do Solo
Relatórios Sobre a Condição Ambiental do Planeta
Os arquivos em PDF podem ser copiados no endereço:
www.silvaporto.com.br/biblioteca.php
Por gentileza, divulguem aos colegas interessados em meio ambiente. É um material técnico de alta qualidade que desejamos chegar ao maior número de profissionais possível.
Os Empresários Preferem o Lucro ou a Sustentabilidade?
Vejam abaixo texto de divulgação de pesquisa realizada pela Grant Thornton International com empresários de vários países, inclusive do Brasil. Eles sacrificariam o lucro em favor da sustentabilidade?
Se tivessem que optar entre preservar o meio ambiente ou manter a rentabilidade dos seus negócios, os empresários brasileiros ficariam divididos: enquanto 47% afirmam que preferem não perder a rentabilidade, 43% garantem que adotariam práticas verdes, mesmo que isso prejudicasse o desempenho de suas empresas. Estes dados foram revelados pelo International Business Report (IBR), estudo da Grant Thornton International, representada no Brasil pela Terco Grant Thornton. A pesquisa ouviu 7.200 empresas privadas de capital fechado (ou privately held businesses, PHBs) de 36 países – no Brasil, foram consultadas 150 empresas, sendo cem de São Paulo, 25 do Rio de Janeiro e 25 da Bahia. Na média global, com resultados de todos os países pesquisados, 51% dos executivos consultados no estudo afirmaram que adotariam práticas verdes em detrimento dos lucros. Já 36% d isseram que preferem se importar com os negócios e 13% não souberam responder à pergunta (entre os brasileiros, 10% não responderam).
Entre todos os empresários ouvidos na América Latina, 56% garantem que adotariam práticas ambientalmente corretas. Já 37% preferem manter a rentabilidade. O Chile é o país com maior preocupação ambiental (89%), seguido da Argentina (80%) e do México (60%). A região da Ásia Oriental concentra o maior número de empresários dispostos a defender o meio ambiente (61%).
Em uma outra pergunta da pesquisa, onde os empresários deveriam dizer se consideram que a comunidade empresarial do seu país se preocupa ou não com o meio ambiente, foi feita uma média entre as respostas positivas e as negativas. A média mundial foi de 30%. Entre os brasileiros, este número foi de 34%. Os países nórdicos foram os que deram a nota mais alta, sendo que a média foi de 61%. A média mais baixa foi entre os países da América Latina, com 14%. A Argentina foi o país onde essa percepção foi mais negativa, sendo que o índice final foi de -34%. É interessante notar que nos países onde a percepção com a preocupação ambiental foi baixa, como na Argentina, Turquia, Grécia e China, os empresários estão mais dispostos a abrir mão do lucro para melh orar o meio ambiente.
Wanderlei Ferreira, sócio do Terco Grant Thornton, explica que o processo de evolução da sociedade com relação às questões ambientais é o grande responsável pelos resultados obtidos no Brasil. “O meio empresarial está percebendo que o consumidor está cada vez mais preocupado com essas questões”, afirma. Segundo o executivo, a pressão dos consumidores deve aumentar nos próximos anos, levando o setor produtivo a mudar de atitude. “Os empresários também estão notando que é preciso preservar a natureza, pois, se não cuidarem da sustentabilidade, no futuro itens como matéria-prima poderão ficar cada vez mais caros e escassos”, explica. Para Wanderlei Ferreira, no entanto, essa mudança de paradigma deve ser longa e dif ícil. “Mas, no final, aquelas empresas ainda não conscientes da preservação do meio ambiente mudarão seu comportamento.”
Alex MacBeath, líder global da Grant Thornton International para serviços a PHBs, diz que a pesquisa mostra claramente que há muitos países preocupados em conservar o meio ambiente. “O lucro não é, claramente, o único fator que conduz as práticas empresarias, então nós devemos incentivar os empresários a ter empresas sustentáveis”, afirma. “Em minha opinião, aqueles empresários que persistirem ou implantarem práticas verdes durante este período de turbulência econômica terão mais vantagem competitiva quando a economia se estabilizar.” Wanderlei Ferreira concorda. “As práticas verdes são boas para o meio ambiente e trazem vantagens para a marca, como reconhecimento no mercado e de seus colaboradores”, explica. “Enfim, eleva a marca e os produtos para outro patamar de percepção junto aos consumidores e da mídia em geral.”
As Mentiras Ambientais
Em inglês se usa a palavra greenwashing para denominar aqueles casos em que uma empresa tenta enganar os consumidores fazendo-se passar por mais ecológica do que é. Pois o jornal britânico The Guardian tem uma coluna sensacional em que Fred Pearce apresenta casos de greenwashing. Vale a pena acompanhar:
Vídeo Divertido do Animal Planet
Do Blog do Planeta, da revista Época. Um divertido vídeo do canal Animal Planet sobre a importância do uso de lâmpadas econômicas.